Radical insurgency in urban art: Considering pixação in Brazil

Contenido principal del artículo

Alexandre Barbosa Pereira

Resumen

This article examines pixação as Brazil’s most marginalized urban art form and analyzes how it has created a platform for political action and visibility for youth in São Paulo’s urban peripheries. Pixação is a form of visual intervention stylistically characterized by its straight and angular lines. Drawing on more than a decade of field research, this article identifies two major periods in the history of pixação. In the first period, pixação was primarily a form of competition among crews of pixadores – practitioners of pixação – for prominence and visibility. In the second period, pixação has carved out a broader space in the public arena, finding particular traction within the art world, although this relationship has often been challenged and subverted by pixadores themselves. The article’s central objective is to examine how, even as the practice of pixação remains marginalized and criminalized, pixadores have leveraged it to achieve greater recognition in public spaces. In particular, they have found recognition in arenas that value what is termed pixação’s “capital of marginality”. The research demonstrates how the practice of pixação, as it intertwines with other political and artistic practices, has opened up pathways to new life trajectories for pixadores.

##plugins.themes.bootstrap3.displayStats.downloads##

##plugins.themes.bootstrap3.displayStats.noStats##

Detalles del artículo

Sección

ARTIGOS | Submissão livre

Biografía del autor/a

Alexandre Barbosa Pereira, Universidad Federal de São Paulo

Profesor del Departamento de Ciencias Sociales de la Universidad Federal de São Paulo.

Cómo citar

Pereira, A. B. (2026). Radical insurgency in urban art: Considering pixação in Brazil. Educação, Sociedade & Culturas, 73. https://doi.org/10.24840/esc.vi73.2053

Referencias

Austin, Joe (2010). More to see than a canvas in a white cube: For an art in the streets. City, 14(1-2), 33-47. https://doi.org/10.1080/13604810903529142

Brighenti, Andrea M. (2010). At the wall: Graffiti writers, urban territoriality, and the public domain. Space and Culture, 13(3), 1–18. https://doi.org/10.1177/1206331210365283

Campos, Ricardo (2013). Liberta o herói que há em ti: Risco, mérito e transcendência no universo graffiti. Tempo Social, 25(2), 205–225. https://doi.org/10.1590/S0103-20702013000200011

Campos, Ricardo (2017). O espaço e o tempo do graffiti e da street art. Cidades, Comunidades e Territórios, 34, 1–16. http://journals.openedition.org/cidades/402

Cefaï, Daniel (2017). Públicos, problemas públicos, arenas públicas… O que nos ensina o pragmatismo (Parte 2). Novos Estudos Cebrap, 36(2), 129–142. https://doi.org/10.25091/S0101-3300201700020007

Diógenes, Glória (2013). Signos urbanos juvenis: Rotas da piXação no ciberespaço. Cadernos de Campo, 22(22), 46–61. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v22i22p45-61

Ferrell, Jeff (1993). Crimes of style: Urban graffiti and the politics of criminality. Garland.

Ferro, Lígia (2016). Da rua para o mundo: Etnografia urbana comparada do graffiti e do parkour. Imprensa de Ciências Sociais.

Fonseca, Cristina (1981). A poesia do acaso: Na transversal da cidade. T. A. Queiroz.

Gitahy, Celso (1999). O que é grafitti. Brasiliense.

Hall, Stuart (1996). What is this “Black” in Black popular culture? In David Morley & Kuan-Hsing Chen (Eds.), Stuart Hall: Critical dialogues in cultural studies (pp. 465–475). Routledge.

Holston, James (2013). Cidadania insurgente: Disjunções da democracia e da modernidade no Brasil. Companhia das Letras.

Lara, Arthur (1996). Grafite: Arte urbana em movimento [Dissertação de mestrado não publicada]. Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo.

Lei n.º 9.605, de 12 de fevereiro de 1998. Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9605.htm

Leal, Gabriela, & Campos, Ricardo (2022). Ocupando o cubo branco: Reflexões sobre a entrada da pixação no mundo da arte. Revista de Antropologia, 65(3), 1–25. https://doi.org/10.11606/16789857.ra.2022.197969

Lemos, Nina (2006, março 26). Invasões bárbaras: A arte de rua ganha status e abre salas e galerias para as obras de ex-office-boys, metalúrgicos e motoboys. Folha de S. Paulo. https://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2603200616.htm

Macedo, Márcio (2016). Hip-hop SP: Transformações entre uma cultura de rua, negra e periférica (1983–2013). In Lúcio Kowarick & Heitor Frúgoli Jr. (Eds.), Pluralidade urbana em São Paulo: Vulnerabilidade, marginalidade, ativismos (pp. 23–53). Editora 34; FAPESP.

Mbembe, Achille (2016). Necropolítica. Arte & Ensaios, 32(1), 123–151. https://revistas.ufrj.br/index.php/ae/article/view/8993

Medeiros, Daniel – Boleta (2006). Ttsss... A grande arte da pixação em São Paulo, Brasil. Do Bispo.

Pelbart, Peter Pál (2003). Vida capital: Ensaios de biopolítica. Iluminuras.

Pereira, Alexandre B. (2018). Um rolê pela cidade de riscos: Leituras da pixação em São Paulo. UFSCar.

Reguillo, Rossana (2000). Emergencia de culturas juveniles: Estrategias del desencanto. Norma.

Shapiro, Roberta (2019). Artification as process. Cultural Sociology, 13(3), 265–275. https://doi.org/10.1177%2F1749975519854955

Simões, Eduardo (2006, janeiro 21). A arte do “pixo”. Folha de S. Paulo. https://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2101200618.htm

Thornton, Sarah (1995). Club cultures: Music, media and subcultural capital. Polity Press.

Valenzuela Arce, José Manuel (2019). Trazos de sangre e fuego: Bionecropolítica e juvenicídio en América Latina. Calas.

Velho, Gilberto (2003). Projeto e metamorfose: Antropologia das sociedades complexas. Jorge Zahar.