As programações do mês da criança: ambiguidade e poder na participação dos bebês e crianças bem pequenas

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Ana Cristina Coll Delgado
Carolina Machado Castelli
Francine Almeida Porciuncula Barbosa

Resumo

O artigo apresenta resultados de um estudo de inspiração etnográfica sobre a participação dos bebês e das crianças bem pequenas nas comemorações do mês da criança. Com base nos Estudos da Criança, propõe-se pensar nos bebês como pessoas que desenvolvem comunicação e troca social. Os instrumentos de pesquisa utilizados foram: filmagens e observações dos festejos e entrevistas com adultos. Pode-se afirmar que, para as crianças, trata-se de uma participação disputada e conquistada
mediante atos de resistência, negociações e desvios. Nos festejos, os adultos procuram representar uma infância inocente, que somente brinca e consome, cabendo aos bebês o papel de espectadores. Por outro lado, o planejamento de uma diversidade de
programações pode expressar um reencontro com a infância. A participação é, então, vivenciada de forma ambígua, ora estando nas mãos dos adultos para que as crianças não se machuquem, ora representando resistência por parte das crianças.

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Secção

Artigos Empíricos

Como Citar

As programações do mês da criança: ambiguidade e poder na participação dos bebês e crianças bem pequenas. (2025). Revista Investigar Em Educação, 2(4). https://doi.org/10.34626/fam8kp36