Eternizando o arbitrário: O legado profano de Pierre Bourdieu

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Karl Maton

Resumo

A morte de Pierre Bourdieu em 2002, veio recolocar a sua obra no campo académico e no campo da investigação nas ciências sociais. Este artigo assume, neste contexto, a questão crítica de saber o que fazer para além de Bourdieu numa perspectiva que pretende aprofundar e reconstruir o seu projecto, recusando a alternativa de o colocar atrás de uma vitrine, catalogado e infinitamente dissecado. O caminho proposto para tal vai procurá-lo, o autor, no princípio básico do trabalho de Bourdieu revelar o eterno como arbitrário. O impulso proporcionado pela re-colocação deste princípio básico fornece a lógica e o foco de uma crítica produtiva da perspectiva de Bourdieu, assim como é o locus quer da sua força, quer, potencialmente, da sua fraqueza O artigo começa por explorar a natureza do projecto de ir para além de Bourdieu, pondo em relevo, depois, os seus eventuais problemas. Na parte final, trata da questão de saber como é que os últimos trabalhos de Basil Bernstein – autor quase universalmente ignorado nas presentes discussões que reúnem ambos os teóricos – ilustram o modo como estes problemas podem ser resolvidos e, dessa forma, como é que o projecto intelectual iniciado por Bourdieu pode ser desenvolvido.

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Secção

ARTIGOS

Como Citar

Maton, K. (2003). Eternizando o arbitrário: O legado profano de Pierre Bourdieu. Educação, Sociedade & Culturas, 19, 89-102. https://doi.org/10.24840/esc.vi19.1782

Referências

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